Publicado em 13-02-2013 às 11:29 | por Bruna Rasmussen

Emprego dos sonhos: homem é pago para pular em colchões

Funcionário realiza testes de qualidade em colchões feitos à mão usando o peso do próprio corpo.

Pulando no colchão

Fonte: Reprodução/SF Gate

Quem nunca levou uma bela palmada por estar pulando no colchão da cama? Reuben Reynoso jamais ficou de pé no colchão de sua casa, quando era pequeno, com medo de levar uma surra de seu pai. No entanto, a vida foi justa com ele: hoje, Reynoso trabalha em uma fábrica de colchões e é pago para pular em cima deles!

O rapaz realiza uma série de testes de qualidade nos colchões da norte-americana McRoskey, que são todos feitos à mão. Mas se você pensa que é tudo uma grande brincadeira, é melhor repensar. “É trabalho. Não é para qualquer um. Há jeitos certos e errados de fazê-lo”, explicou o funcionário ao SF Gate.

Fazendo um colchão

Na McRoskey, todo o processo de fabricação de um colchão é manual e o controle de qualidade é intenso o suficiente para que as costuras não fiquem nem meio milímetro fora do planejado. A construção dos colchões, que chegam a custar mais de US$ 2 mil, é como fazer um grande bolo de casamento, em que dezenas de pequenas camadas são milimetricamente sobrepostas.

Fabricação de colchão

Fonte: Reprodução/SF Gate

Na hora do teste, uma camada de proteção é colocada sobre o colchão e Reynoso entra em cena. Ele fica em pé no meio de uma das extremidades do colchão e dá início aos pulos: cinco para frente, cinco para trás. Ao todo, são cem pulos de um lado e mais cem do outro.

Diversão à parte, Reynoso precisa perceber as possíveis imperfeições do colchão e deve comprimi-lo o suficiente para que passe para a próxima etapa: uma gigantesca máquina de costura.

Todo o processo exige atenção completa, já que a inspeção de qualidade não deixa passar nada e não tem dó ao pedir que um colchão seja desmanchado e refeito.

Emprego dos sonhos

Pisadas certeiras no colchão

Fonte: Reprodução/SF Gate

Reynoso já trabalhou como capinteiro, pedreiro, engenheiro ferroviário e até mesmo em uma fábrica de melado. Mas ele garante que trabalhar com colchões foi seu melhor emprego até então. “Eu me sinto bem fazendo um desses. O sono é tão importante. Todo mundo precisa dele. Eu gosto de fazer parte disso”, afirmou.

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