Publicado em 05-08-2012 às 20:39 | por Bruna Rasmussen

5 dietas malucas que os campeões das Olimpíadas seguem

Enquanto alguns passam fome, outros consomem até 9 mil calorias diárias. Confira a lista!

Michael Phelps, o grandão que consome mais de 10 mil calorias por dia. Fonte: Reprodução/TheWolf

Recordes e medalhas de ouro exigem a superação máxima do corpo humano. Quanto você acha que um atleta precisa comer para terminar uma prova de 100 m rasos em primeiro lugar? Será que os campeões seguem à risca o cardápio dos alimentos saudáveis? Conheça cinco dietas malucas de atletas olímpicos.

Fome de leão: 9 mil calorias/dia

Para aguentar as longas horas de treino, o nadador Ryan Lochte, parceiro de equipe do famoso campeão Michael Phelps, precisa consumir entre 8 e 12 mil calorias diariamente. E se você pensa que ele aguenta comer tudo isso em frutas e verduras, pode ir parando.

Lochte afirma consumir uma grande quantidade de fast food, além das saladas e comidas saudáveis. Como ele mesmo afirmou em uma entrevista durante as Olimpíadas de Pequim, em 2008, “nutrição não é o meu forte”.

O canadense Dylan Armstrong, campeão pan-americano em arremesso de peso, prefere ser um pouco mais saudável. Sua dieta, que vai de 6,5 a 9 mil calorias diárias, contém muita proteína e pouco carboidrato.

Quantidades exatas

Alguns atletas não se importam apenas com a quantidade de calorias dos alimentos ingeridos, mas também com a quantidade de gordura e proteína de cada um deles. Diferente de Lochte, a nutrição é importante para esportistas como o corredor Tyson Gay.

Acompanhado por uma nutricionista, o atleta consome quantidades exatas de nutrientes por dia. “Eu como 230 gramas de proteína diariamente, 308 gramas de carboidratos e até 70 gramas de gordura”, diz ele.

A dieta das frutas

Fonte: Reprodução/PhotoXpress

A maluca matemática dos alimentos está conquistando os atletas. Trata-se do plano 80/10/10, uma dieta baseada em 80% de frutas e outros vegetais, 10% de proteína e 10% de gordura.

Um dos adeptos à vida natureba é o maratonista norte-americano Michael Arnstein. Segundo o atleta, o frugivorismo é uma modalidade ainda mais saudável que o veganismo. E ele não se preocupa só com o corpo, mas também com o planeta. “Os benefícios são inúmeros, tanto para a pessoa adepta à dieta do frugivorismo como para o mundo em que vivemos”, completa ele.

O jejum dos campeões

Enquanto alguns abusam das calorias para sobreviver aos longos treinos, a ginasta sul-coreana Son Yeon-jae aposta em uma dieta restrita a duas refeições diárias. Ela treina mais de sete horas por dia e se alimenta apenas de manhã e na hora do almoço – sem cometer exageros.

Segundo Yeon-jae, as ginastas do ocidente têm um corpo mais fácil de ser mantido. Já ela precisa de mais empenho e de menos calorias para conseguir ter um corpo esbelto e flexível.

Os magros de ruim

Eles comem, comem e continuam magros! Fonte: Reprodução/Extranoise

Ele é um dos mais velhos atletas a participar de Olimpíadas e não está nem aí para dietas malucas. O cavaleiro japonês Hiroshi Hoketsu, de 71 anos, afirma comer o que bem entende e nas quantidades que tem vontade, sem medo de ser feliz e campeão.

Para a sorte dele – e do cavalo –, Hoketsu diz que, independente da quantidade ou da qualidade da comida, ele nunca engorda.

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