Publicado em 14-08-2012 às 1:48 | por Bruna Rasmussen

Mais de 100 mil camisinhas foram usadas pelos atletas durante as Olimpíadas de Londres

A vila olímpica se transforma em uma grande festa, afirmam competidores.

Hope Solo, da seleção de futebol dos EUA

Hope Solo, da seleção de futebol dos EUA Fonte: Reprodução/Facebook de Hope Solo

Centenas de atletas jovens, saudáveis e sarados vivendo juntos por semanas. Ingênuo é quem pensa que é apenas a medalha de ouro que importa na vila olímpica. Só nas Olimpíadas de Londres, por exemplo, mais de 150 mil camisinhas foram distribuídas para os atletas – cerca de 15 para cada um. E pode apostar, boa parte delas foram usadas.

“É como o primeiro dia de faculdade. Você está nervoso, super empolgado. Todos estão se conhecendo e tentando se dar bem com alguém”, afirmou Tony Azevedo, capitão do time de polo aquático norte-americano ao ESPN.

Festas e muita pegação formam o ambiente da vila olímpica que, na visão da jogadora de futebol Brandi Chastain, é quase como a cantina de um colégio. “Quando nós chegamos em Atlanta, havia uma gritaria. Então nós olhamos e havia dois jogadores da seleção francesa de handball em cima da mesa, vestidos apenas com meias, sapatos, gravata e chapéus”, lembra.

Gatos e gatas

Para os atletas, a pegação generalizada pode ter uma “desculpa”: nas Olimpíadas, todo mundo é bonito. Para a ginasta Alicia Sacramone, “mesmo que o rosto seja um 7, o corpo é 20”, ficando fácil se envolver com qualquer um.

Equipe de natação da Austrália. Fonte: Reprodução/Getty Images

Há quem compare a vila com Alice no país das Maravilhas, “onde tudo é possível”. Já outros, incorporam o espírito de Las Vegas e afirmam: “o que acontece na vila, fica na vila”. Mas o fato é que, em meio a provas, medalhas e pressão, sempre sobra um tempinho para a curtiação

Desse jeito, nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, vai rolar uma medalha para quem pega mais!

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